250 POEMAS DE SONIA DELSIN - 18 - CORNALINA
sexta-feira, 12 de abril de 2013
REFÉM DE QUEM?
Presa a um sonho tolo ela se fechou.
Num mundo abstrato que nada lhe acrescentou.
Algemada, vedada.
Refém de si mesma.
O que ela pensa?
Que tudo acabou.
Quando nem começou.
sonia delsin
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